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Edição nº1 |
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Na manhã do dia 6 de fevereiro,
a Ouvidoria da Defensoria
Pública realizou a
primeira reunião com as
entidades com ela conveniadas
para a prestação de assistência
jurídica. A iniciativa
inédita permitiu a troca
de experiências entre os
presentes ao encontro e o
levantamento de problemas
relacionados ao convênio.
A Defensoria herdou da
antiga PAJ convênios com
pastorais da infância, associações
contra a violência
doméstica e até mesmo de
assistência a comunidades
quilombolas do Vale do Ribeira.
O Jurídico do XI é o único órgão conveniado
vinculado diretamente à atividade
estudantil.
Foram levantados inúmeros
problemas no convênio,
muitos também partilhados
pelo DJ. |
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Edição nº2 |
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É uma situação corriqueira:
distribuída a ação, chega a
ficha do vareiro, com o despacho
inicial do juiz pedindo
a juntada de declaração
de pobreza, para que o cliente
faça jus aos benefícios
da justiça gratuita. E toca o
estagiário a enviar telegrama
ou telefonar desesperadamente
para o cliente, muitas
vezes ditando-lhe o teor da
declaração, para que escreva
de próprio punho.
Tal exigência é mais do que capricho de um juiz
rigoroso: é ato de coação,
ilegal. A Lei da assistência
judiciária nº 1.060/50 não
faz essa imposição.
Fundamentos não faltam
para interposição de agravos,
o que deve ser feito
sempre, para que se impeça
os juízes de exigirem declaração
de pobreza. É o que
já está fazendo o nosso colega
estagiário Danilo Carlotti.
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Edição nº3 |
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Em 1999, Maria Lúcia Cantarino
Leopoldo viu um anúncio
no jornal para uma vaga de
telefonista. Compareceu num
sábado, às 8 da manhã, para
uma entrevista. Havia aproximadamente
30 candidatos. Ela
foi entrevistada por Humberto
Monteiro da Costa, presidente
do DJ, que, ao final, disse que
entraria em contato.
Como
isso não aconteceu, ela ligou e
foi informada que havia sido
selecionada para o cargo.
Em seu primeiro dia de trabalho,
ficou preocupada ao
ver tanta gente desconhecida.
Eduardo Tomachivisk, o coordenador
de vareiros, explicou
que ela devia anotar os recaacredita dos e colocá-los nos escaninhos
dos estagiários. Mas ela
não sabia o que era “escaninho”...
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Edição nº4 |
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Benedito Vitor Januário dos
Santos é figura conhecida dos
franciscanos. Atua como astro
na Peruada, grande evento político-
etílico-cultural realizado
toda terceira sexta-feira de outubro
no centro de São Paulo.
Nesse dia, brinda os estudantes
do Largo com seu alto-astral e
irreverência únicos.
O que nem todos têm em
mente é o relevante papel desempenhado
por essa figura no
Departamento Jurídico do Centro
Acadêmico XI de Agosto.
O maior escritório privado de
assistência jurídica da América
Latina é também o local de trabalho de Vitão há mais de
28 anos.
Até o início da década de 70,
era um ator de teatro. Chegou
a viajar por todo o Brasil com a
Companhia de Teatro de Porto
Alegre. Tomou calote do diretor
da peça, mas continuou
atuando e fazendo desfiles. Era
também o relações-públicas
(função hoje chamada de promoter)
da primeira boate gay
de São Paulo, a Medieval, na
esquina da Paulista com a Augusta. |
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